quinta-feira, 30 de maio de 2019

para o dia 11 de junho

Trazer impresso a primeira versão de seu texto para ser lido e analisado em sala, seguindo as indicações discutidas em sala de aula e aqui postadas.
Ao mesmo tempo, postar nesse blog esta versão de seu texto.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Calendário

1- aulas dias 21 e 23 , 28 e 30 de maio.  Encontros presenciais

2- desenvolvimento das pesquisas individuais.  Dias 4,6,  de junho, Não presencial.

3- Discussão sobre as pesquisas individuais, orientações para o seminário.11/13 de junho. Presencial

4- Fechamento das pesquisas individuis dias 18/20 de junho. Não presencial.



Link para acessar o meu blog


https://brechtmaecoragem.blogspot.com/

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Texto Mãe Coragem e seus filhos, de Brecht

Segue o link para leitura de Mãe Coragem, de Bertold Brecht.

https://vdocuments.mx/mae-coragem-e-seus-filhos-bertolt-brecht.html

(eu não consegui colocar o que eu baixei, mas neste link é possivel acessar sem fazer o download)

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Texto hugo transc Irene

FICHA TÉCNICA:

Concepção e Direção - Hugo Rodas.

Figurinos - Hugo Rodas e grupo.

Canções - criação coletiva do grupo, exceto “Marcha Polonesa”, de Frédéric Chopin, “Rio de Janeiro” (anônimo popular) e “La española” (anônimo espanhol).

Dançarinos - Hugo Rodas, Johanne Hald Madsen, Antonio Herculano, Cézar Leonardo, Patrícia Studart e Sônia Borges.

Luzes - Valéria Cabral.

Duração - aproximadamente 70 minutos.


ROTEIRO:

1º Quadro: A Terra (roupas brancas)
Coreografia rápida, espírito positivo, decidido. Os dançarinos dançam, tocam tambores e cantam a seguinte canção:

“Este é um tempo
De grande doidura
Esta é a hora
De cair em cima
Ai que indecisão
Vamos lá irmão”.
    
Há duas interrupções na coreografia, em que os dançarinos declamam os seguintes textos: “Dia 13 de maio de 1888, abolição da escravidão” (1ª pausa) e “Dia 1º de abril, liberação da mentira, verdade solta no ar” (2ª pausa). Ao final dessa segunda fala, começa uma coreografia lenta, lírica, de amor, que termina com os dançarinos dizendo: “92 anos de escravidão”. Há então uma luta entre homens e mulheres, até que ambos tombam exaustos. Lentamente se recuperam e vão caminhando para o fundo do cenário, buscando a seguinte canção do folclore carioca:

“Rio de Janeiro, cidade que me seduz,
De dia falta água, de noite falta luz”.
    
A canção vai num crescendo, até virar carnaval. No auge, interrompe-se o canto e os dançarinos dizem: “Grupo Pitu, 1976”. Recomeçam então a cantar a canção do início (“Este é um tempo”... etc.).


2º Quadro: O ar (roupas brancas)
Coreografia em ritmo de três, sugerindo uma dança de cavalos. Não há música, a não ser a marcação do tempo de três pelos tambores. Na segunda parte, aparece a seguinte canção:

“Canto para a lua
Canto para a lua
Pulo para a lua
Giro pro luar”.


3º Quadro: A água (Roupas brancas)
Coreografia sem música, sugerindo o movimento ora lento, ora rápido das águas, até que se formam casais. Segue com uma lenta coreografia de amor e de relações de dominação dentro do casal. Finalmente, há uma coreografia inspirada nas danças espanholas, com todos cantando a seguinte canção do folclore andaluz:

“La española quando besa
Es que besa de verdad
Y a ninguno le interesa
Besar com frivolidad.
El beso em España
Lo lleva la hembra
Adentro del alma.
Le puede dar usted um beso em la mano,
Le puede dar usted um beso de Hermano.
Pero um beso de amor
No se ló Dan a qualqueiera. Olé”.
    
Os dançarinos se retiram formando, com as roupas, um animal de enorme cauda, ao som da “Marcha Polonesa” de Chopin.


4º Quadro: O fogo (roupas em que predominam o vermelho e o preto)
Entra o arauto batendo tambor e anunciando os membros da companhia, com “nomes de guerra”: Cézar Leonardo Lecud Veludo; Patrícia Presun de lós Wilson Sadia; Sônia Ininha Lucrécria Borges; Johanne Peitus Liberus; Antonio Hercul de lós Anus Santus e Maria del Hugo Mepongo Delícia (o próprio arauto). Entram um por um, com roupas provocativas e carnavalescas, num grande desfila de fantasias eróticas. Com todos em cena, o arauto de “crooner” e os demais de “coristas”, cantam e dançam a seguinte canção:

“Eu sou assim, uma estrela fugaz
Metade mulher, metade famoso galã
Eu sou assim, uma espécie (no original está escrito “esécie”, e uma pequena rasura) de tu
Conjugação de uma espécie de mim.
Eu sou assim, de saltão ou patins.
Eu sou assim, tal qual um Valentim.
Eu sou assim, com amor por Xingu.
Eu sou assim, preocupado por mim”.
              
Ao final, entra de novo a “Marcha Polonesa” e o grupo sai em bloco, em passo cadenciado.

terça-feira, 7 de maio de 2019

Blog Ruht Ra - Teatro Animado

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Poéticas teatrais- textos teóricos


Período Clássico

Platão: Íon e República

Aristóteles: Poética


Período Moderno/ Contemporâneo

Diderot (1713-1784): Paradoxo do Comediante {DIDEROT . Paradoxo sobre o Comediante. J. Guinsburg (trad). Obras II. São Paulo: Perspectiva, 2000}

Kleist: Sobre o Teatro de Marionetes { Trad. P. Süssekind. 7letras, 2005}.

A. Apia: Música e Encenação. {V. Revista Dramaturgias}
Gordon Craig{ Rumo A Um Novo Teatro e Cena. Trad. L. F. Ramos. Perspectiva, 2017.


Stanislavski
Meyerhold
Artaud
Brecht {BORNHEIM, Gerd. Brecht, a estética do teatro. Rio de Janeiro: Graal, 1992.}
Grotowski
Eugênio Barba











Bibliografia


BORIE, M; ROUGEMONT,M;SCHERER,J.
Estética Teatral:textos de Platão a Brecht. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian,1996.

CARLSON, M. Teorias do Teatro. Editora Unesp, 1997.
HUBERT, M. As grandes teorias do teatro. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
LEHMANN, H-T. Teatro pós-dramático. Trad. Pedro Sussekind. São Paulo:Cosac Naify, 2007.
ROUBINE,J-J. introducao_as_grandes_teorias_do_teatro. Rio de Janeiro,:Zahar, 2003.
ROUBINE, J-J. A linguagem da encenação teatral. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.




quinta-feira, 2 de maio de 2019

Projetos e blogs e aula de hoje

COmo combinamos no último encontro, não teremos encontro presencial hoje, para que vocês continuem com seus projetos. 

quarta-feira, 1 de maio de 2019